A Mercedes confirmou mais uma escalação de piloto jovem para o treino livre 1 do GP da Hungria, marcado para esta sexta-feira (23). A equipe alemã colocou o dinamarquês Frederik Vesti no carro que normalmente seria de Andrea Kimi Antonelli, atual líder do Mundial de Pilotos, cumprindo assim a exigência regulamentar de dar oportunidades a pilotos com pouca experiência na categoria.
Aos 24 anos, Vesti é reserva oficial da Mercedes desde 2024 e soma passagens pontuais em sessões de treino ao longo das últimas temporadas. Enquanto acompanha a rotina intensa do calendário de Fórmula 1, quem busca opções de entretenimento para preencher os intervalos entre as sessões pode conferir o vampire curse slot, uma alternativa digital que tem ganhado espaço entre torcedores durante fins de semana de corrida. Esta será a sexta participação dele em um TL1 na categoria máxima, sendo a mais recente no GP de Barcelona-Catalunha, em junho. Atualmente, Vesti é piloto titular da Cadillac no IMSA SportsCar, dividindo sua rotina entre as duas categorias.
A visão do piloto sobre o desafio húngaro
Em declarações à imprensa, Vesti destacou a relevância do circuito de Budapeste, tradicionalmente a última etapa antes da pausa de verão da Fórmula 1. Segundo ele, o traçado húngaro compartilha características com Mônaco por exigir muito do carro em termos de carga aerodinâmica e potência. "As equipes utilizam carga aerodinâmica máxima e potência máxima do motor ao longo de toda a volta. Isso torna o circuito realmente empolgante para os pilotos", afirmou o dinamarquês.
Vesti também comentou sobre as condições físicas impostas pela pista, conhecida por seu calor intenso e sequência de curvas que oferece pouquíssimo tempo de recuperação ao piloto durante a volta. "É uma pista exigente, com muitas curvas e pouquíssimo tempo para descansar durante a volta, mantendo o piloto totalmente ocupado do início ao fim", completou, reforçando a expectativa de aproveitar a oportunidade para ganhar mais quilometragem com o W17.
Um movimento que se repete no grid
A decisão da Mercedes não é isolada. Com Vesti, a equipe se torna a quinta a promover a substituição de um titular no TL1 do GP da Hungria, seguindo uma tendência que já se consolidou no grid nesta etapa da temporada. A McLaren colocará Leonardo Fornaroli no lugar de Oscar Piastri, enquanto a Cadillac substitui Valtteri Bottas por Colton Herta. A Haas escalou Ryo Hirakawa na vaga de Oliver Bearman, e a Alpine colocará Paul Aron no carro de Franco Colapinto.
Esse movimento coletivo reflete a política da Fórmula 1 de estimular a renovação e oferecer experiência prática a jovens talentos, ao mesmo tempo em que as equipes buscam equilibrar o desenvolvimento de pilotos reservas com a necessidade de manter competitividade em uma etapa decisiva antes do recesso de verão.